Inovação: nações inovadoras

Estocolmo
Um tema que considero um desafio e que particularmente me atrai muito, é o da inovação e seus desdobramentos. Não é a toa que uma das categorias mais “gordas” aqui no blog é Carreira, seguida de perto pela Empreendedorismo. Leituras e mais leituras, artigos, livros, disciplina de Empreendorismo na graduação, as idéias vão levando sempre para o mesmo rumo: o ambiente ou contexto têm que ser receptivos e favorecedores da inovação. É o que acontece com Estocolmo, capital da Suécia, considerada a comunidade mais inteligente e mais inovadora do mundo, e que foi a fonte de inspiração para esta postagem.
O artigo Building an Innovation Nation trouxe mais luz sobre a questão, de forma objetiva e técnica. Uma pesquisa conduzida pela McKinsey, em parceria com o Fórum Econômico Mundial (WEF-World Economic Forum), teve como resultado o interessantissimo Innovation Heat Map, construido com base em fatores e variáveis comuns aos pólos de inovação. Setecentas variáveis (isso mesmo, 700) foram analisadas em centenas de pólos de inovação pelo mundo afora, dentre elas: ambiente de negócios, governo e legislação, capital humano, infraestrutura (transportes, TI, redes, banda…) e demanda local, associadas com as facilidades para divulgação e garantia de propriedade intelectual. Padrões que sugerem os elementos críticos necessários para o crescimento, fomento e sustentabilidade dos pólos de inovação foram identificados.
O fator forte, comum entre todos os pólos, que cataliza (ou bloqueia, se olhado pelo lado negativo), é a disponibilidade de um estoque de talentos bem formados e especializados. Embora um pólo de inovação possa ser iniciado com poucos talentos locais, para dar partida no primeiro nível de maturidade, esses pólos são sustentáveis se tiverem uma política estratégica permanente e duradoura de atração, formação e desenvolvimento de uma base de recursos humanos sólida e crescente. Criando um ciclo virtuoso de crescimento e inovação.
Aqui no blog há algumas postagens que merecem ser relidas (ou lidas), que tocam exatamente nesses pontos: Vannevar Bush, Empresas juniores: base para inovação, e outras. Comum a todas elas, a necessidade de uma visão estratégica sustentável, a preparação da mão de obra qualificada, que passa pela variável mais forte de todo o desenvolvimento social em todo o mundo, capaz de sozinha provocar uma revolução: a educação, em todos os níveis. Essa é a variável que, no médio prazo, provoca as mudanças que todos queremos ver.
(este artigo foi escrito por zeluisbraga, e postado no meu blog zeluisbraga . wordpress . com) (this post is authored by zeluisbraga, published on zeluisbraga . wordpress . com)
Falando em inovação: ‘Twitter Brasileiro??
blogSms.com.br – Microblog brasileiro com mobilidade SMS, Uma mistura de
twitter com orkut totalmente em portugues e gratuito. Vale a pena dar uma
conferida!”
Confira em http://www.blogsms.com.br
a hsm management de janeiro veio falando de inovação. leia se puder.
voltei de nova iorque recentemente e foi bacana ver a parada das ruas sustentáveis que você citou aqui no blog.
Ano que vem devemos ir até NY, quero ver tudo de perto. Abraco,